sexta-feira, novembro 23, 2007

Infelizmente...HEMODIÁLISE....

A PARTIR DE AMANHÃ, NEU PAI TERÁ QUE ENCARAR O QUE ELE MAIS TEMIA, HEMODIÁLISE!!!

ELE ESTÁ TRISTE, ABATIDO E CHORA POR ESTAR NESSA SITUAÇÃO, MAS NÃO TEM OUTRA ALTERNATIVA... O SEU RIM JÁ NÃO SERVE PRÁ MAIS NADA...

SEU SANGUE SERÁ FILTRADO TRES VEZES POR SEMANA...E SEU NOME JÁ FOI INCLUIDO NA LISTA DOS QUE ESPERAM UM TRANSPLANTES...COITADO!!!

EU TENHO O MESMO SANGUE DELE, E ATÉ ME OFERECI PARA DOAR UM DOS MEUS RINS, MAS TBM TENHO PROBLEMA DE SAÚDE... POSSO ATÉ AJUDÁ-LO, MAS POSSO ME PREJUDICAR TBM...Q DESESPERO!!!! SOU INÚTIL MESMO!!!!

TIREI UMAS MATÉRIAS DA NET SOBRE O ASSUNTO E POSTAREI AQUI!!!



Hemodíálise


É a Depuração do sangue feita por uma máquina que funciona basicamente como um rim artificial. Normalmente a maioria dos pacientes que submete-se a esse processo sofre de insuficiência renal, quando o rim não consegue realizar o trabalho de purificação do sangue. O hemodialisador leva de oito a 12 horas para depurar o sangue do paciente. Para promover a hemodiálise de bom padrão é necessária uma fístula artério-venosa com ótimo fluxo e um lugar com condições hospitalares. Tendo tais condições, o paciente poderá fazer hemodiálise durante muitos anos. Como qualquer outro tratamento, a hemodiálise tem seus riscos. Por Eliene Percília

Equipe Brasil Escola.com




Carol CarvalhoDo JC OnLine
A precariedade das condições de vida influi diretamente nos casos de doenças renais. Dos quase um milhão de brasileiros que têm problemas nos rins, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, 50% dos casos são provocados por doenças infecciosas de qualquer tipo. Em contrapartida, em países desenvolvidos, a exemplo dos Estados Unidos, a diabete é a principal responsável por este tipo de enfermidade. No Brasil, as doenças renais são sinônimos de epidemias: estima-se que matem pelo menos 15 mil pessoas por ano no País.
Os rins têm papel fundamental no corpo humano - servem para regular a pressão, filtrar o sangue, eliminar as toxinas do corpo, controlar a quantidade de sal e água no organismo, produzir hormônios importantes para evitar a anemia e as doenças ósseas e eliminar excessos de medicamentos e outras substâncias ingeridas. De acordo com a nefrologista e diretora da Unidade Nefrológica no Recife (Uninefron), Ângela Santos, a perda das funções desse órgão pode ser aguda ou crônica. "Os rins podem deixar de funcionar de maneira rápida, porém temporária (insuficiência aguda) ou de forma lenta, progressiva e irreversível (insuficiência crônica)", explica.

O diretor da ONG Companheiros do Renal Crônico (Creco), Reinaldo César, 44 anos, descobriu a doença com apenas 18 anos. Vítima de uma infecção mal tratada, Reinaldo conta que foi ao hospital porque estava sentindo falta de ar. "Tomei um susto quando descobri que tinha insuficiência renal crônica", diz. Depois de passar vários anos dependente da hemodiálise (sessões com quatro horas de duração, realizada três vezes na semana) e ter se submetido a três transplantes de rins, Reinaldo hoje é diretor de uma ONG que trabalha na prevenção desse tipo de enfermidade. Ele alerta que 70% dos pacientes no Brasil não sabem que têm doenças renais. "A dificuldade de detectar os sintomas é o principal motivo desse alto índice", revela.
ALERTA - Alteração na cor da urina, dor ou ardor quando estiver urinando, levantar mais de uma vez à noite para ir ao banheiro, inchaço dos tornozelos ou ao redor dos olhos, dor lombar, pressão sangüínea elevada, anemia (palidez anormal), fraqueza e desânimo constante e náuseas e vômitos freqüentes pela manhã são sinais que aparecem quando a pessoa começa a ter problemas renais. Os médicos, no entanto, esclarecem que o surgimento desses sintomas não quer dizer necessariamente que o problema é nos rins. "Apenas com exames detalhados podemos diagnosticar insuficiência renal. Por isso, enfatizo a importância de procurar um médico na primeira suspeita", afirma a nefrologista Ângela Santos.
Segundo a médica, é importante que se realize a prevenção anualmente, especialmente com exames básicos, como o sumário de urina e verificação de taxas renais. Ao sinal de qualquer alteração, o paciente é encaminhado para um nefrologista. "As formas de tratamento são diferenciadas e variam em cada caso", conta Ângela. A hemodiálise – equipamento que desempenha a função do rim, "filtrando" o sangue dos pacientes através de um dialisador – é a opção de tratamento mais recorrente. A busca da cura, no entanto, está no transplante renal. Qualquer pessoa pode doar um rim, contanto que seja compatível com o receptor.
Hoje, no Brasil, aproximadamente 35 mil pacientes com insuficiência renal crônica estão em tratamento pela diálise. Destes, somente três mil conseguem ser transplantados anualmente. A razão da longa fila de espera se deve ao pequeno número de doadores. O diretor da ONG Creco, Reinaldo César, lamenta que a falta de conscientização dos brasileiros prejudique o aumento da doação de rins. "A ausência de informações é o maior inimigo dos pacientes com problemas renais", diz.

3 comentários:

Lindinha disse...

Olá amiga, vim te fazer uma visita e tenho uma coisa a escrever: isso nada tem a ver com você!
O seu pai passa pelo o que ele tem de passar, a vida dele não é responsabilidade sua, sentir-se impotente é diferente de sentir-se culpada.
Faça o que pode fazer e ele irá agradecer.
Beijos, fica com Deus.

cultural disse...

eu tambem estou com o mesmo problema do seu pai e mais dia menos dia estarei na maquina...no começo fuqieu revoltada mas estou me conformando aos poucos, ontem fui buscar o resultado dos meus exames e meu clearence eata 10. qto estava o clearence do seu pai qdo ele começou fazer dialise? bjus. entre no meu orkut e conheças meus amigos da comunidade de hemodialise, meu orkut é feinha 2008 . bjus

jac disse...

gostaria de saber ,meu cunhado faz e perdia peso agora voltou a ficar inchado e depois de 3 mes agora a pressaõ cai,e antes nada disso acontecia,gostaria que me explicação e o pulmão so vive com agua agora.