terça-feira, abril 03, 2012


Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a genteacreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida sóganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que jánascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce atravésda gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duaspessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Nãonos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos compersonalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de horadevem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magrossão mais amados, que os que transam pouco são confiáveis, e que semprehaverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existemuito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar quesó há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapamdela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estasfórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemostentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vaicontar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder sermuito feliz e se apaixonar por alguém.
John Lennon

segunda-feira, março 19, 2012


Pra você eram apenas meras palavras, pra mim grandes sentimentos.
Sem saber que tudo aquilo era apenas esperanças vãs contidas num pacote
vazio, eu acreditei. E de tanto acreditar, me perdi em meio a tanta
mentira.

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Poemas antigos de AMOR


Hoje encontrei escondido
alguns poemas de amor.
Dias de um coração que foi tocado, arrastado e
preso em um cativeiro de emoções

Palavras rimadas
De um dia ... e um tempo
Onde uma vez houve inocência
Memórias cheias de amor, aventura e
momentos mágicos

Mais e mais palavras escritas
Todos os tolos sonhos
Fantasias não realizada
Cega pelo o que eu pensava que era
amor

Lágrimas de dor ...
Receios de nada ganho
Poemas fluídos como mel doce
Sentimentos que nunca seria falado

Poemas antigos de amor
Fantasias escritas com o coração
Palavras que tocaram minha alma
Pensamentos em você.

Dias de um coração

Que através do tempo pude ver
apenas o vazio....
Tristezas de pensamentos tolos,
bobos velhos poemas de amor.
Das memórias tão distantes.


Eu lutei contra os meus sentimentos ao longo do caminho, mas no final eles ainda permanecem vivos e verdadeiros...

sexta-feira, outubro 29, 2010

Ele e Eu


Ele - "Feche seus olhos e pegue minha mão, deixe-me
tirar a dor que eu vejo em seu olhar
A dor que você esforça em esconder, que
lhe devora por dentro
A dor que você mantém oculta, o sofrimento
que você finge não existir
Eu sei da sua dor, como também sei dos
desejos do seu coração.
Me dê a chance de mostrar que pode ser feliz novamente
e que o amor que tenho pra te oferecer, pode curar qualquer
desilusão.
Vem!
Confie em mim!"

Eu - "Talvez eu tenha gasto muito tempo na escuridão,
no calor dos meus medos
Escondida atrás de disfarces,
tropeçando em um mundo de ilusões e por esse motivo
ainda guardo em meu semblante efeitos de todos esses anos
em que fui ferida várias vezes, e com isso,
meu coração se encheu de dor.
No entanto, aos poucos minha dor está desaparecendo.
Eu encontrei você e em seus braços eu senti e vi,
um sentimento maravilhoso, um porto seguro.
Eu confio em você meu anjo amigo e lhe entrego meu coração."

domingo, setembro 26, 2010

‎"Eu temo tanto te amar, mas temo mais te perder...
Apoiando-me num passado que não me deixa escolher.
Uma vez houve um escuro profundo e
numa noite infinita você me deu tudo que precisava...
Ah, você me deu luz!"
Te amo!

domingo, setembro 12, 2010

~ O Amor ~


Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa queda.
E da mesma forma que alcança vossa altura
E acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes
E as sacode no seu apego a terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
No pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operará em vós
Para que conheçais os segredos de vossos corações
E, com esse conhecimento,
Vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor,
Procurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez
E abandonásseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estações,
Onde rireis, mas não todos os vossos risos,
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio
E nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.
Porque o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:
“Deus está no meu coração”,
Mas que diga antes:
"Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
Senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,
Sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
Que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado
E agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia
E meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado,
E nos lábios uma canção de bem-aventurança.


Khalil Gibran

domingo, agosto 22, 2010


"Sinto sua presença constante... pra mim isto é como uma prece ao infinito, um suave sussurro da criação a mimar meu ser."